E o esplendor dos mapas
"E o esplendor dos mapas, caminho abstracto para a imaginação concreta" - Álvaro de Campos eoesplendor@hotmail.com
Quarta-feira, Novembro 30, 2005
Terça-feira, Novembro 29, 2005
Sábado, Novembro 26, 2005
Moorland
Pouco a pouco a floresta tropical vai cedendo lugar ao segundo tipo de paisagem, característico da montanha entre os 2800 e os 4000 metros de altitude. O termo inglês é «moorland». Gosto desta palavra com sabor a nevoeiro e filmes de Fritz Lang. Aceitam-se informações sobre a correcta tradução em português.Domingo, Novembro 06, 2005
Sexta-feira, Novembro 04, 2005
Felizes caminhando na lama
A floresta tropical é a primeira das quatro paisagens que o Quilimanjaro oferece. Um pouco atrás de mim vai Lawrence, assistente da expedição. O bastão de caminhada que seguro pode parecer estranho, mas é muito apropriado para subir um caminho enlameado. Nesta altura estava a pensar que, afinal, umas polainas davam jeito.Quinta-feira, Novembro 03, 2005
Distribuição de cargas
Por lei, os montanhistas só podem entrar no Parque Nacional do Quilimanjaro integrados num grupo com guia e carregadores. O limite de carga para cada carregador encontra-se fixado: 15 quilos. É um modo de garantir a sua integridade física e de aumentar oportunidades de emprego. Cada montanhista deve levar consigo uma pequena mochila com objectos pessoais: máquina digital (a minha pifou depressa), dinheiro e documentos, papel higiénico, biscoitos ou bolachas, etc. O meu bloco de notas ia num bolso das calças ou do casaco. Também levava lápis e afia. Do lado de dentro do muro
O muro de cimento que ladeia os portões da rota Machame tem algo de misterioso. A sua utilidade é mais do que discutível, pois termina abruptamente ao fim de umas centenas de metros, sendo facilmente contornável. A sua função é antes de mais simbólica: quem o atravessou vai subir a montanha. A bagagem de jipes e carrinhas é descarregada. As viaturas encontram-se no ponto de chegada e os montanhistas no ponto de partida. Quarta-feira, Novembro 02, 2005
Terça-feira, Novembro 01, 2005
As portas do Quilimanjaro
Uma das entradas para o Quilimanjaro, a da rota Machame. Do outro lado do portão, acumulam-se os homens tentando ganhar dinheiro com apetrechos vendidos à última da hora: chapéus, lenços, polainas, bastões de caminhada, coberturas destinadas à protecção das mochilas da chuva, etc. Chamam pelos montanhistas que aguardam na fila para escrever o registo obrigatório. Os preços são regateáveis. Com sorte, um deles ainda é contratado como carregador. 






